Pages

domingo, 23 de novembro de 2014

Os 3 passos para a conquista do cristão

TEMA:                       OS 3 PASSOS PARA A CONQUISTA DO CRISTÃO
TEXTO:                    FILIPENSES 3. 12, 15a.
I.C.T:                         Ao escrever aos irmãos Filipenses, o Apóstolo Paulo de maneira doutrinária, exprime de madeira exata o caminhar necessário para que todos nós conquistemos plenitude de vida através da vontade de Deus. Isso é a nossa soberana vocação. Dar os passos certos de maneira certa e no tempo certo.  
TESE:                       Três princípios são norteadores na corrida do cristão: humildade, persistência e Amadurecimento.
OBJ. GERAL:          Pastoral / Doutrinário.
OBJ. ESPECÍFICO:           Levar os irmãos a meditar sobre os passos corretos para que obtenhamos vitória na caminhada cristã.

ESBOÇO

Em primeiro lugar,...
                        F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
I -... Reconhecer que não somos perfeitos (HUMILDADE) v12a;

Em segundo lugar,...
                        F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
II -... Prosseguir (PERSISTÊNCIA) v12b;

Em terceiro e último lugar,...
                        F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
III -... Amadurecimento (PERFEIÇÃO DE SENTIMENTOS) V15a.



CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



INTRODUÇÃO

Meus irmãos e minhas irmãs, eu vos saúdo na Paz do Senhor!
(...)

Quero iniciar a homilia de hoje com uma ilustração que me surpreendeu muito quando eu a li.

ILUSTRAÇÃO:

O CÉTICO E O CRENTE

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao segundo:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita em mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

- Bem, mas às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou a sente, quando ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso então que a vida real nos espera, por isso que estamos aqui este tempo e para isto que estamos nos preparando!
Coloquemo-nos em pé, abramos nossas Bíblias em:
Filipenses 3. 12, 15a. Leiamos:

12       Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.
15       Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus

Diante deste texto que nós lemos e diante destas verdades que já temos compartilhado, eu quero vos pregar o seguinte tema:


OS 3 PASSOS PARA A CONQUISTA DO CRISTÃO.

Em primeiro lugar,...
F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
I -... Reconhecer que não somos perfeitos (HUMILDADE) v12a;

Uzias tinha somente 16 anos quando seu pai foi assassinado e ele subitamente se tornou rei de Judá, no oitavo século antes de Cristo. A história de seu reinado, que é registrada em 2 Crônicas 26, ensina uma lição poderosa sobre a importância da humildade. Uzias começou bem. Ele respeitava o Senhor e sua palavra, e Deus o abençoou abundantemente. O reino se expandiu e o rei fiel conseguiu dominar seus inimigos de todos os lados. Sua reputação se espalhou a outros países. Uzias se fortaleceu.
Então, tudo mudou:
"Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso" (2 Crônicas 26:16).
Uzias era um homem especialmente escolhido por Deus para conduzir seu povo. Durante muitos anos, Uzias serviu o Senhor fielmente. Porém não estava autorizado a entrar no templo para queimar incenso. Esse papel estava reservado para outros homens escolhidos por Deus, os sacerdotes, que serviam no templo. Uzias, não estando mais contente com o desempenho do papel que Deus lhe havia dado, tentou assumir uma função extra e foi fortemente repreendido por seu erro.
O sacerdote Azarias e 80 outros sacerdotes seguiram Uzias até o templo e desafiaram seu ato presunçoso. Uzias enraiveceu-se e Deus respondeu imediatamente ao seu erro. O rei ficou leproso ali mesmo no templo diante dos olhos dos sacerdotes. Eles imediatamente o atiraram fora do templo, e Uzias correu da casa de Deus, percebendo que o Senhor tinha punido sua arrogância. Seu filho assumiu os negócios do Estado e deixou o leproso Uzias isolado em sua casa pelo resto de sua vida. A vida abençoada de um grande homem foi arruinada por um ato de desobediência. Uzias, como o primeiro rei de Israel (veja Samuel 15:17-23), foi derrubado por seu próprio orgulho.
Humildade: Fundamental para nossa comunhão com Deus
Quando Jesus pregou o sermão que define o caráter do verdadeiro discípulo, suas palavras iniciais foram diretas ao coração:
"Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mateus 5:3).
Ele continuou a pregar durante mais três capítulos, mas muitos ouvintes não o ouviram porque nunca passaram da linha de partida. Mesmo hoje, a maior parte da mensagem do evangelho cai em ouvidos surdos de homens e mulheres arrogantes que não querem mesmo reconhecer a posição de Jesus como Senhor.
Mas Jesus não reduziu os padrões. Ele não abriu uma porta extra para entrarem os arrogantes ou os "quase" humildes. Ele manteve intacto o seu requisito fundamental porque ele reflete a exigência eterna de Deus. Deus nunca aceitou o homem cheio de orgulho que pensava fazer as coisas a seu próprio modo.
Ao contrário de toda a sabedoria dos homens carnais, tendentes a adquirir poder e posição, Deus aceita exclusivamente os humildes. Uma geração depois de Uzias, o profeta Miquéias pregou perfeitamente a idéia quando ele citou as palavras de Deus:
"Ele te declarou, ó homem, o que é bom e o que é que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus" (Miquéias 6:8).
As Escrituras deixam perfeitamente claro que não há outra maneira de caminhar com Deus. Ou andamos humildemente com nosso Deus, ou não andamos de modo nenhum com ele!
Jesus andou no meio de homens carnais e enfrentou tremendo desafio. Como poderia ele capturar seus corações para moldá-los como os servos humildes que o Pai quer? Não foi uma tarefa fácil. Ele falava frequentemente de humildade, e mostrava em sua vida de serviço o que significa elevar os outros acima de nós mesmos. Quem poderia exemplificar melhor a humildade voluntária do que o próprio Deus, que deixou sua habitação celestial para servir e mesmo morrer pelos homens pecadores? (Esta é a essência do apelo irresistível de Paulo em Filipenses 2:3-8).
Tiago disse:
"Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós... Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará" (Tiago 4:6-10).
A arrogância impede a salvação.
"Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará" (Tiago 4:10).

Em segundo lugar,...
F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
II -... Prosseguir (PERSISTÊNCIA) v12b;

            Ilustração:
Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias joias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”. O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.
Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!
Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entre em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.
A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a ideia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.
Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria da automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro.
Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.



Em terceiro e último lugar,...
F. T.:... Para conquistarmos a soberana vocação é necessário...
III -... Amadurecimento (PERFEIÇÃO DE SENTIMENTOS) V15a.

Há algumas expressões que ouvimos ao longo da vida que às vezes nos parece sem sentido, um despropósito. Dias atrás em uma conversa ouvi umas dessas frases: Apodreceu antes mesmo de amadurecer. A minha primeira reação foi a de espanto e recriminação pela construção da ortográfica, mas depois de “ruminar” sobre ela, percebi em sua expressão uma verdade que a própria Bíblia ensina.

Ao ler sobre a igreja em Sardes (Ap 3) João descreve este triste fato de uma comunidade que deveria ser fonte de crescimento e vida, mostrou-se doente, vivendo com máscaras, de fachada e de aparências. E antes mesmo desta igreja atingir a maturidade em Cristo (Ef 4.13-14) já dava sinais de podridão, já cheirava mal.

Semelhantemente o apóstolo Paulo, quando escreveu à igreja em Corinto (2Co 13.5), revelou este triste momento em que aqueles irmãos caminhavam para a morte sem mesmo conseguirem vivenciar as fases do crescimento – amadurecimento.

Paulo propõe aos irmãos e irmãs fazerem um check-up (exame) e mudarem os hábitos (provar) para interromper este processo de deterioração (reprovado) da nossa jornada espiritual (fé). Paulo esperava e orava para que a obra que Deus iniciou pudesse ser completada até ao Dia de Cristo Jesus (Fp 1.6).

Retornando a Sardes, João é claro ao propor, não só a eles, mas a nós também, que deveriam ser VIGILANTES e reavivar, consolidar o que estava para morrer (Ap 3.2), que deveriam LEMBRAR e GUARDAR o que lhe fora ensinado, e assim o verdadeiro ARREPENDIMENTO fosse manifestado e voltassem ao caminho do crescimento e amadurecimento. Realidade essa que nasce em/de Deus e no Seu tempo.
            Mas, o que significa “ser perfeito” segundo a Bíblia?
            Para respondermos a esta pergunta vamos recorrer ao texto original:
            τετελείωμαι = Perfeição inteiramente absoluta
            τέλειοι = Amadurecimento espiritual, desenvolvimento ético de um ser.

            Ser um Cristão deveria significar que nossa trajetória é direcionada por necessidade, não importando o perigo e desconforto e estresse. Isto é ser humilde diante de Deus.


CONCLUSÃO:

Nesta passagem tão importante para o lado prático da vida cristã, tomamos consciência de duas coisas: a primeira, a origem gloriosa do nosso chamado para viver a vida cristã. Fomos vocacionados soberanamente por Deus em Cristo Jesus. A segunda verdade tão importante para nossa vida, é que há um método, uma forma, um caminho apontado pela Palavra de Deus para que alcancemos a santidade de vida.
Que sejamos até a medula tocados pelo chamamento divino que nos convoca para sermos participantes da santidade de Cristo e um dia ressuscitarmos para uma santificação perfeita. Que tudo isto nos empolgue e anime. E que tomemos o caminho que já foi trilhado pelos grandes servos de Deus no passado a fim de que sejamos santos.


Amém.

PR. LUIZ FERNANDO MASSUNAGA
BACHAREL EM TEOLOGIA

quinta-feira, 24 de julho de 2014

QUEM É JESUS CRISTO

Mateus 16: 13, 15.

Provérbios 14.3: Na boca do tolo está a punição da soberba, mas os sábios se conservam pelos próprios lábios.

Ilustração:

Era uma vez um sapo falador que queria fugir do inverno.
Então, alguns gansos sugeriram que o sapo se juntasse a eles e migrasse, que fosse com eles para um lugar mais quente.
Mas aí apareceu um problema: o sapo não voa, como poderia seguir viagem?
Mas o sapo sabido foi logo dizendo:
"Deixem comigo, tenho um cérebro brilhante, vou ter uma boa ideia."
Pensou um pouco e então pediu aos gansos que o ajudassem segurando um caniço forte, cada um numa ponta.
Como o sapo tem um bocão, ele poderia se prender ao cabo pela boca e seguir com os gansos.
Em pouco tempo os gansos e o sapo iniciaram a sua jornada.
Assim que passaram por uma pequena cidade os moradores saíram para ver aquela cena estranha e original.
Quem poderia ter tido uma ideia tão brilhante? perguntaram alguns moradores.
Isso fez com que o sapo se inchasse tanto de orgulho e, se sentido importante gritou:
Fui eu, fui eu!
Seu orgulho foi sua ruína, pois no momento em que abriu a boca, se soltou do caniço e estatelou-se no chão, morto.

Jesus está em Cesaréia de Filipe e ali ele faz duas perguntas importantes aos discípulos.

Primeira pergunta – Quem diz o povo ser o Filho do homem?

"Eles responderam: Uns dizem: João Batista, outros: Elias; e outros: Jeremias, ou algum dos profetas." v. 14

A expressão "filho do homem" é uma expressão que surgem principalmente em no velho testamento, referindo-se a alguns profetas, como Ezequiel (Ez. 2:1,3,6) e Daniel (Daniel 8:17). No entanto, em Daniel 7:13, o profeta fala que teve uma visão de "um como Filho do Homem" que haveria de vir nas nuvens. Jesus usa este título em vários momentos, referindo-se a si mesmo. Este título enfatiza sua humanidade.

Se Jesus fizesse esta mesma pergunta hoje, o que algumas religiões diriam:

Os mulçumanos diriam: "Ele é um grande profeta."

O espiritismo diria: "Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava."

Os mórmons diriam: Não teve nascimento virginal, é irmão espiritual de Satanás; não foi Deus desde a eternidade, não é um em natureza, essência e substância com Deus Pai e com o Espírito Santo. Sua salvação não pode levar a pessoa ao "céu mais alto"; é necessário que a pessoa também faça boas obras

O judaísmo, A Mishneh Torá, escrita por Maimônides, diz: "Jesus é um "obstáculo" que faz "a maioria do mundo errar para servir a uma divindade além de Deus"..

As testemunhas de Jeová, dizem que Jesus é apenas o servo fiel, o segundo Adão.

Estas religiões conferem a Jesus o título de mestre, modelo de perfeição, profeta, homem e até no caso do mormonismo, o ser irmão espiritual de Satanás.

Geralmente utilizam as próprias palavras de Jesus para fortalecer seus argumentos, declarações de Jesus como:

João 14:28 - Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai; porque o Pai é maior do que eu.

João 5:30 - Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma ; como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

João, 7:28 - Jesus, pois, levantou a voz no templo e ensinava, dizendo: Sim, vós me conheceis, e sabeis donde sou; contudo eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis .

João 12:49-50 - Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar. E sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo-o exatamente como o Pai me ordenou.

Lucas 13:33 - Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte; porque não convém que morra um profeta fora de Jerusalém.

João 14:24 - Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou.

João, 8:28-29 - Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo. E aquele que me enviou está comigo; não me tem deixado só; porque faço sempre o que é do seu agrado .

Lucas 22:41-42 - E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.

João 20:17 - Disse-lhe Jesus: deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus."
A segunda pergunta que Jesus fez aos seus discípulos, foi:
"Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?" v. 15

Nós falamos que Jesus é Homem:

a. Ele foi chamado e chamava-se a si mesmo homem.

João 8:40; Atos 2:22; Romanos 5:15 e I Corintios 15:21.

b. Possuía um corpo material e uma alma racional.

Lucas 24:39; Mateus 26:38; João 11:33 e Mateus 26:26, 28.

c. Sentia fome, sede, cansaço, sono, amor, ira, etc.

Mateus 4:2; Mateus 8:24; João 4:6 e João 19:28.

d. Era sujeito às leis do desenvolvimento humano, tanto no corpo como na alma. Crescia e

se fortalecia em espírito, fazia perguntas. Lucas 2:40, 46.

e. Sofreu e morreu.

Lucas 22:44 e João 19:30.

Nós falamos que Jesus é Deus:

Ele mesmo reivindica sua Divindade.

João 10:30-33; João 14:6-11, etc.

Jesus por várias vezes usa a expressão "Eu Sou", expressão semelhante a que Deus

revelou a Moisés em Êxodo 3. Por isso quiseram apedrejá-lo.

Ele é chamado de Deus.

João 1:1, 18 - Como conciliar este texto com: Isaías 43:10, assim está escrito: "...antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá". Em Isaías 44:6 – "...e fora de mim não há Deus". Na bíblia, os deuses falsos, são os com "d" minúsculo.

João 20:28 e Isaías 1:9 (na bíblia dos TJ está como na nossa);

Hebreus 1:8 – "O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre."

Tito 2:13 – "...aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus."

Romanos 9:5 – "...deles são os patriarcas e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos. Deus bendito para todo o sempre. Amém." etc.

É adorado como Deus e recebe honra e culto devidos unicamente a Deus.

João 5:23 – "a fim de que todos honrem o Filho, do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou.

Atos 7:59 – "E apedrejavam a Estevão que invocava e dizia: "Senhor Jesus, recebe o meu espírito."

Hebreus 1:6 – "E todos os anjos de Deus o adorem."

Apocalipse 5:12-14.

Mas como entender João 14:28 – "Ouvistes que eu vos disse: Vou e volto para junto de vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois o Pai é maior do que eu."

Texto básico usado por aqueles que desprezam a divindade de Jesus, quando Jesus afirma que o Pai é maior que ele?

Só entendemos este texto, à luz de Filipenses 2:6-11.
"Forma de Deus" (v.6) – A palavra "forma" aqui é a palavra grega (morphê) = natureza, substância, essência.
"Forma de servo" (v.7) – A palavra "forma" aqui é a palavra grega (esquema) = esqueleto, estrutura.
Jesus não julgou com usurpação o ser igual a Deus, tendo sua natureza, mas esvaziou-se, humilhou-se, assumindo a forma humana. Como servo, submisso à vontade do Pai. Ele não é menor no sentido de ter menos poder, etc..., porque tem a mesma natureza. Ele é menor diante de sua posição encarnada perante o Pai – como servo.
Jesus é a única pessoa que poderia morrer por nós e nos salvar!

I Corintios 15:22 – "Porque assim como em Adão todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo."

Atos 4:12 – "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos."

I João 1:9 – "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."

João 14:6.- "Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim."
Quem é Jesus pra você?
Apenas um mestre, um profeta, uma boa pessoa?


Sermão pregado na Comunidade Bíblica Adoração.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

TEMA: A INVERSÃO DA CONVERSÃO
TEXTO: Atos 2. 41-42
INTRODUÇÃO
Os Guinness, um dos profetas da modernidade, escreveram no início da década de oitenta um artigo intitulado Cuidado com a jiboia. Neste artigo, ele comenta os perigos e desafios da modernidade para a fé cristã, e compara estes perigos ao abraço da jiboia que mata suas vítimas estrangulando-as devagar, sem nenhuma pressa. Para ele, a modernidade vem fazendo com o cristianismo aquilo que Nero, Dioclesiano e outros tentaram fazer através da violência e perseguição e não conseguiram. A modernidade vem lentamente estrangulando a fé e o espírito cristão sem que a cristandade se dê conta do abraço da jiboia e apresente qualquer resistência.
Um dos fenômenos modernos que vem me chamando a atenção é o do velho tema da conversão. No passado, a experiência da conversão era caracterizado por uma reforma radical da vida. O convertido era alguém que renunciava o pecado, o mundo e a carne para viver para Cristo, obedecendo a sua Palavra, buscando fazer a sua vontade, negando a si mesmo e se afirmando pela fé em Cristo. Éramos convertidos a Cristo. Na linguagem de Isaías, esta conversão envolvia uma transformação dos nossos caminhos e pensamentos, levando-nos a considerar como superiores e melhores os caminhos e os pensamentos de Deus.


1)  Conversão não é mudar de igreja, denominação ou religião; é mudar de caminho!

A modernidade vem lentamente mudando este conceito. Eu diria que hoje, o fenômeno mais comum que observo em muitos testemunhos cristãos, não é mais o de nossa conversão a Cristo mas a conversão de Cristo a nós. Digo isto porque o que normalmente ouvimos, nos relatos das experiências de muitos cristãos modernos, são histórias das ações de Deus em suas vidas resolvendo seus problemas, curando suas enfermidades, livrando-os do mal e dos perigos, abrindo portas para novas oportunidades, abençoando seus planos e projetos. Obviamente isto não tem nada de mais, é a expressão mais legítima da presença cuidadosa de Deus em nossas vidas. No entanto, quando tornamo-nos o centro das ações de Deus e julgamos que sua existência só é justificada pelos benefícios que recebemos dele, invertemos a ordem da conversão e, ao invés de sermos convertidos a Cristo, é ele quem se converte a nós, transformando-se numa espécie de "grande mágico" ocupado em tornar nossa vida melhor e mais agradável.
Por outro lado, me chama também a atenção a ausência cada vez maior de testemunhos que expressem as mudanças e transformações da vida e do caráter, que demonstrem a disposição do coração e da alma humana em se deixar moldar pela natureza divina, testemunhos que apontem para uma conversão de nós a Cristo. Somos pecadores, a queda maculou a imagem de Deus em nós, nosso caráter foi corrompido e nos tornamos, por natureza, "filhos da desobediência", rebeldes e egoístas, sem um referencial externo que nos apontasse o caminho de volta para Deus e para a reconstrução da "Imago Dei".

2) Conversão não implica estabelecer propósitos pessoais, mas sim em voltar ao propósito original do Criador!

Jesus Cristo, o varão perfeito, o Filho do homem, que manifestou através da encarnação a mais plena e completa humanidade, viveu entre nós para ser o caminho que nos leva de volta ao propósito do Criador, o referencial que precisamos. A conversão, ou numa expressão mais comum entre nós, o "aceitar a Cristo", significa permitir que a vida de Cristo seja agora, pelo poder do seu Espírito, vivida por nós, convertendo-nos e transformando-nos em criaturas novas a fim de afirmarmos como o apóstolo Paulo: "Não mais eu, mas Cristo vive em mim".
Esta afirmação não significa que Paulo havia perdido sua identidade própria, passando a ser uma espécie de marionete ou "zumbi" religioso. O que ele afirma é que foi convertido a Cristo, sua vida foi transformada por Cristo, seus desejos, emoções e vontade, foram e estavam sendo reordenados aos propósitos do Criador. Paulo não estava preocupado se Cristo iria atender todas as demandas de sua vida e ministério, satisfazer suas necessidades ou atender suas exigências pessoais. Paulo estava interessado naquilo que Cristo estava fazendo em sua vida, nas mudanças que o Evangelho havia realizado em seu coração e alma. Paulo mantinha seu olhar sempre fixo em Cristo, deixando para trás tudo aquilo que o mantinha preso no seu passado para experimentar, dia após dia, o poder da ressurreição que fazia dele um novo homem.
A conversão de Cristo a nós é perigosa. É uma inversão que nos coloca numa situação de enorme risco. No salmo 106 há uma advertência contra isto. O povo de Israel foi grandemente abençoado por Deus que os libertou do Egito e dos seus opressores. No entanto, logo se esqueceram de tudo o que Deus lhes havia feito e se entregaram a suas paixões, fazendo o que desejavam. Em meio a esta busca de sua própria realização, lutando pelo seu "direito de ser feliz", fizeram suas orações pedindo para que Deus abençoasse seus desejos desordenados e seus caminhos falsos. Diante disto, o salmista afirma que "Deus lhes concedeu o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma". As consequências de uma conversão de Cristo a nós podem nos levar ao abismo mais profundo do egoísmo humano e nos afastar da vida liberta e verdadeiramente humana que Cristo nos oferece.

3) Conversão não significa mudar quem Deus é; Conversão é mudar quem nós somos.

A conversão nunca é o processo de transformar Cristo numa espécie de "gênio da lâmpada", que existe apenas para atender nossas demandas e necessidades. Este caminho inverso pode parecer fascinante, nos dá a sensação de ter à nossa disposição alguém forte e poderoso para nos defender, atender aos nossos interesses, satisfazer nossos desejos e alimentar nosso ego insatisfeito e frustrado. Não nego o amor de Deus e seu desejo enorme de nos abençoar, mas o caminho da conversão continua sendo o da nossa transformação em Cristo, da reconciliação com Deus, da renúncia ao pecado, da sujeição ao senhorio de Cristo, da obediência à sua Palavra e da santidade do caráter. É a transformação da nossa natureza caída na imagem de Deus, é ser cada dia mais parecido com Jesus.
A advertência de Os Guinness é real. A jibóia está aí estrangulando os cristãos, lenta e silenciosamente. A busca pela auto-realização, o narcisismo religioso, a sedução da propaganda, têm invertido o conceito da experiência mais primária da fé cristã. Se começamos pelo caminho inverso, correremos o risco de ver nossa alma definhada. Cuidado com a jibóia. Amem.
Pr. Luiz Fernando Massunaga

Comunidade Bíblica adoração, Bauru, 06 de Julho de 2014.

segunda-feira, 16 de junho de 2014


Tema: Pedro, Tu me amas?

Texto: João 21. 15-17.

“ 15 Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros. 16 Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as minhas ovelhas. 17 Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas.

Introdução

Este encontro entre Jesus e Pedro, que ocorre após a ressurreição de Cristo, é importante porque ele nos revela como Deus exalta aqueles são capazes de reconhecer seus pecados. De fato só há exaltação para os que se humilham.

Pedro havia sido dominado pela fraqueza e veio a negar que era um dos discípulos de Cristo por três vezes. Certamente a consciência de Pedro o acusava ao se lembrar deste fato. É terrível a experiência de sermos réus de nossa própria consciência. Pedro certamente sentia-se assim.

Nestes versículos que lemos, Jesus conduz Pedro a ter uma experiência que removeria a mancha do pecado que aquele discípulo cometeu ao negar a Cristo por três vezes.

Uma vez que Pedro havia pecado publicamente, também era importante que fosse restaurado publicamente diante dos outros discípulos de Cristo. Uma vez que Pedro havia negado por três vezes a Cristo, Jesus também lhe faz por três vezes a mesma pergunta.


Mas quem era Pedro?

Os registros dos evangelhos acerca de Pedro nos mostram que este discípulo tinha muitas qualidades positivas e algumas negativas, como qualquer pessoa.

Pedro tinha discernimento das coisas espirituais. Em Mateus 16:13 Jesus faz uma pergunta aos seus discípulos: “Quem diz o povo ser o filho do homem?”. Os discípulos responderam: “—Alguns dizem que o senhor é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum outro profeta. 15 —E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? —perguntou Jesus. 16 Simão Pedro respondeu: —O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo.” (Mateus 16:14-16 NTLH). Ao dar esta resposta, Jesus faz uma surpreendente declaração acerca de Pedro, em Mateus 16:17: “ —Simão, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu.” As declarações de Jesus nos mostram que Pedro era um homem que recebia discernimento de Deus.

Pedro tinha um temperamento forte. Ele revela isso quando os soldados vem prender a Cristo. Pedro saca uma espada e corta a orelha de um dos soldados. Jesus o exorta e se entrega pacificamente aos soldados, pois sabia que o que estava acontecendo fazia parte do plano de Deus para sua vida.

Pedro mais tarde revela suas fraquezas, pois dominado pelo medo e falta de fé, nega a Cristo por três vezes. As negações de Pedro nos mostram que não podemos nos achar fortes e prepotentes. Em nós mesmos nada temos, pois somos apenas vasos de barro. Podemos pecar quando estamos na carne, podemos falhar quando estamos sob a pressão do medo e ansiedade. Dentro de cada um de nós há um Pedro, que pode falhar ao estarmos sob pressões e lutas.

Ao negar Cristo, certamente Pedro ficou sentindo-se envergonhado e culpou-se por não ter tido coragem em afirmar sua fé e lealdade perante os seus perseguidores.

Antes daquelas negações Pedro havia se gabado de sua lealdade a Cristo, e se julgava mais forte em sua dedicação do que os outros discípulos. Em João 13:37 ele declara “Por ti darei a minha vida”. Em Mateus 26:33 ele afirmara: “ainda que venhas a ser uma pedra de tropeço a todos, nunca o serás para mim”. Essas palavras confiantes de Pedro parecem nos indicar que Pedro acreditava amar a Jesus mais do que os outros discípulos.

Assim, ao negar Cristo, Pedro certamente ficou envergonhado, ao perceber que não era mais especial do que os outros seguidores de Jesus.

As perguntas de Cristo a Pedro

Naquele encontro entre Jesus e seus discípulos, por três vezes Jesus faz a mesma pergunta a Pedro: “tu me amas?”. O elemento chave que estava sendo examinado por Cristo, era o amor de Pedro por Deus e seu reino.

Essa pergunta de Jesus feita a Pedro provavelmente queria dizer: “Você me ama, como você mesmo afirmou, mais do que os outros? Quando Jesus faz esta pergunta, certamente Pedro faz uma rápida avaliação de tudo que havia acontecido.

A pergunta de Jesus a Pedro nos faz pensar sobre nossa própria condição em relação a Deus. Será que amamos a Deus como de fato afirmamos? Será que temos compromisso com Deus, como de fato dizemos?
Mas examinemos as perguntas de Cristo. Nas duas primeiras perguntas feitas a Pedro, Jesus utiliza a palavra Agape. Agape fala do amor incondicional, sacrificial, é um tipo de amor mais elevado. É este amor que devemos ter em nossos corações ao servirmos a Deus: Amor incondicional, amor sem reservas, amor que nos leva a nos entregarmos completamente.
Ao responder Pedro diz: “sim, senhor tu sabes que te amo”. Em sua resposta, Pedro utiliza sempre a palavra Phileo, que fala do amor de um amigo por outro. O amor Phileo não é como o amor Agape. O amor Phileo é menos exigente, tem menor nível de compromisso.
Ao usar a palavra Agape Jesus esta querendo que Pedro entenda a importância de ter seu coração cheio desse amor, incondicional, que não mede sacrifícios para servir ao reino de Deus.

Falemos então, acerca do significado do amor Ágape para nós.

Jesus nos mostra através deste encontro com Pedro, que tudo que realizamos no reino deve ser através do amor. Sendo assim, quando um músico adora sem amor, seu trabalho é vão. Quando um pastor pastoreia sem amor, seu trabalho é vão. Quando um crente evangeliza sem amor, seu evangelismo não tem resultados, pois é o amor que transforma, quebra barreiras.

O amor Agape é tão importante para nós na realização da obra de Deus, como é o oxigênio para os nossos pulmões ou a água para os nossos corpos.

Ao falar da importância do amor em I coríntios 13 Paulo nos ensina: “ 1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. 3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. ” (1 Coríntios 13:1-3 RA)

Observe bem o que diz Paulo nestes versos. Ele esta nos mostrando que ainda que fossemos capazes de realizar coisas impressionantes como falar a língua dos próprios anjos, ou profetizar, ou conhecer os mais profundos mistérios da humanidade, ou ainda distribuir fortunas, tudo isso seria vão se fosse feito sem amor Agape. Assim, meu irmão o que eu e você estamos fazendo nesta igreja ou fora dela, deve ser feito com amor, para que tenha proveito perante Deus.

A perguntar a Pedro pela terceira vez: “tu me amas”, Pedro fica entristecido, no verso 17. Certamente Pedro fica assim, porque havia percebido que suas palavras ainda não correspondiam a realidade vivida. Certamente Pedro descobre naquele instante que servia a Cristo porem sem muita intensidade e profundidade de compromisso.


Conclusão

Desejo finalizar esta reflexão fazendo referencia a um ultimo detalhe importante que podemos ver neste dialogo entre Jesus e Pedro

Por três vezes Jesus diz a Pedro: “apascenta as minhas ovelhas”. Ao dizer isso, Jesus esta querendo que Pedro compreenda que amor se prova com gestos, não apenas com palavras. Muitas vezes dizemos que Jesus ama aos pecadores, mas será que nós os amamos. Muitas vezes dizemos que Jesus salva, mas será que estamos anunciando esta salvação? Pedro estava repetindo que amava a Cristo, mas Jesus estava lhe mostrando que seu amor seria provado apascentando as ovelhas.

O famoso poeta inglês Williian Shakespeare disse: "Aqueles que não mostram o seu amor, na verdade não amam". Assim sendo, a melhor prova do nosso amor a Deus é dada quando obedecemos sua palavra, e trabalhamos em reino com compromisso e dedicação.

Amem

Comunidade Bíblica Adoração 15 de Junho de 2014.

Pr. Luiz Fernando Massunaga

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Seja Feliz!

O que você tem buscado para sua vida? Nos últimos dias tenho visto pessoas tristes, amarguradas sem saber ao certo que decisão tomar. Muitas vivendo do passado, remoendo amarguras vividas, esquecendo que da mesma forma que fomos magoados, também magoamos nosso próximo, o perdão tem saído dos lábios, mas não do coração. É hora de tomarmos atitude, agirmos com firmeza, com coragem, força e determinação para exercermos a nossa fé, pois, através dela teremos alegria, esperança, saúde, vida, pois, todo dia é dia de perdão é dia de buscar as misericórdias do Senhor. Quebre as barreiras da indiferença, não deixe que a falta de perdão te faça infeliz, tome iniciativa, vou viver o HOJE, vou ser feliz, temos que fazer a diferença, e dessa forma, viver a plenitude do amor, do perdão. Deus quer que você compartilhe sua alegria, seu amor e sua fé. Tome uma decisão... seja feliz! Luciana Nardini